6º lugar entre 1.822: o resultado que mudou minha relação com o estudo
O dia em que vi meu nome em 6º lugar entre 1.822 candidatos no TRT2. O que esse resultado me ensinou — e por que ele é a prova de que método vence motivação.
Método e constância batem talento e motivação. O resultado não veio de um surto de esforço, veio de meses fazendo o básico bem feito.
Tem resultados que a gente lê duas, três vezes, sem acreditar. Quando vi meu nome em 6º lugar entre 1.822 candidatos na lista do TRT2, foi assim. Não pelo lugar em si, mas pelo que ele representava: a confirmação de que o caminho que eu tinha escolhido funcionava.
Aguardo a nomeação, e isso não tira o tamanho do que aquele número me ensinou.
O resultado não foi um surto
Quero ser honesto sobre uma coisa, porque é o ponto inteiro deste diário: esse 6º lugar não veio de um mês heroico de estudo. Veio do contrário. Veio de meses de duas, três horas por dia, fazendo o básico bem feito. Analisar o edital antes de estudar. Priorizar o que tinha peso. Revisar para não esquecer. Resolver questão até o acerto subir. Encarar a redação que eu sempre quis evitar.
Nada disso é glamouroso. Nenhum desses passos rende um story bonito de “vire a chave”. Mas é o que aprova.
O que eu levei desse dia
A lição que ficou foi quase um alívio: eu não precisei ser o mais inteligente da sala. Tinha gente ali com mais tempo livre, com mais base, com mais facilidade. O que me colocou à frente não foi talento — foi não parar e estudar com método em vez de estudar no escuro.
É por isso que eu construo este site. Não para me vender como gênio dos concursos, porque não sou. Mas para mostrar, com a minha própria trajetória, que dá para chegar lá fazendo as coisas certas de forma consistente. Se você quer entender o passo a passo por trás desse resultado, ele está todo no Método Top 10.